O Tempo

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A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mario Quintana

Mari Kretzer

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SOBRE AMOR NÃO CORRESPONDIDO

 

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Sempre achei que amor só valia a pena se fosse correspondido. De fato, só justifica relacionar-se quando há reciprocidade, tanto de sentimento, como de comprometimento. Mas ando suspeitando que amar é um mecanismo unilateral, que pode funcionar e fazer bem, mesmo quando não é uma via de mão dupla.

O budismo prega que todo sofrimento nasce do apego. E é quase impossível encontrar justificativas para discordar dessa premissa. O sofrimento por amor, que costuma dilacerar corações de maneira muitas vezes trágica, não foge a essa regra. Sofremos, na maioria das vezes, pela dificuldade de nos desvencilhar do ente querido.

Lamentamos os planos não concluídos, as expectativas não alcançadas, a rotina modificada e, principalmente, a sensação de vazio e solidão que resta de um relacionamento terminado.

Mas, lá dentro do nosso cérebro, em casos de relações saudáveis e satisfatórias que chegam ao fim, sofremos porque gostamos da sensação de amar o outro. Ficamos viciados nesse sentimento de afeição intensa que criamos por alguém, e morremos um pouco quando nos damos conta de que essa emoção precisa deixar de existir.

O fato é que metade dos corações partidos estariam um pouco mais inteiros se entendêssemos que o amor é um sentimento nosso, e só nosso. Você não depende da reciprocidade para manter um sentimento que faz bem. Dói mais tentar matar um afeto, do que encontrar um lugarzinho dentro da gente, onde ele possa existir de forma leve e feliz.

Se por alguma razão duas vidas foram impedidas de caminhar juntas, nada impede que o sentimento permaneça, ainda que cada uma das metades encontre outros colos para ser feliz. E tanto faz se o carinho existir em apenas um dos lados. O que machuca, no amor, é a esperança de ser correspondido.

João pode gostar de Maria para o resto da vida, ainda que tenha encontrado a reciprocidade e a felicidade ao lado de Joaquina. Na maioria das vezes, o que atrapalha esse triangulo, é o danado do apego. João insiste em achar que “pertence” Maria e que se não for correspondido, precisa aniquilar o que sente. Oras, qual é a vergonha de sentir amor por alguém? E de onde veio essa convenção de que só podemos amar quem tem o mesmo sentimento por nós?

Nem sempre temos, na vida das pessoas, a mesma importância que elas têm na nossa. E isso se estende para qualquer tipo de relação. Se o afeto for retribuído, tão melhor. Se não, dá pra sobreviver sem precisar lutar contra ele.

É claro que você não vai se relacionar com aquele cara babaca que vive partindo seu coração, e levantar a bandeira de que amor é unilateral. Longe disso. Para relacionar-se, a correspondência é pressuposto básico.

Mas no caso de laços rompidos, encontrar uma forma de conviver com o amor, sem condiciona-lo à expectativas e reciprocidade, é uma forma de fazer as pazes com o próprio coração. E arrisco dizer que o verdadeiro amor é esse, que se deixa existir dentro de nós sem pedir nada em troca, e sendo incapaz de destruir nosso equilíbrio e a nossa paz, ainda que não seja correspondido.

fonte: http://www.whatabout.com.br/toread/sobre-amor-nao-correspondido/

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Final de Semana FS

Feriadinho perto do final de semana é bom demais,um stop na quinta,voltamos na sexta..e final de semana já chegou…rapidinho..rapidinho..bom demais dar essa paradinha..renova…recarrega as energias,apesar de passar assim em um piscar de olhos,mas ta valendo…

O presente de nossa folga,e do nosso final de semana foi de dias perfeitos de sol!

Claro que aproveitamos muito! Uma volta na praia,um por do sol perfeito em um lugar perfeito,estar com alguém em um lugar único,comidinhas deliciosas!!

 

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Uma ótima semana!

Beijos Mari Kretzer

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PRATICANDO O DESAPEGO

 

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Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário….
Perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a sí mesmo que o que passou jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo…
– Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba…
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais em sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Quando um dia você decidir a pôr um ponto final naquilo que já não te acrescenta.
Que você esteja bem certo disso, para que possa ir em frente, ir embora de vez.

Desapegar-se, é renovar votos de esperança de sí mesmo,
É dar-se uma nova oportunidade de construir uma nova história melhor.
Liberte-se de tudo aquilo que não tem te feito bem, daquilo que já não tem nenhum valor, e siga, siga novos rumos, desvende novos mundos.

A vida não espera.
O tempo não perdoa.
E a esperança, é sempre a última a lhe deixar.

Então, recomece, desapegue-se!

Ser livre, não tem preço!

Fernando Pessoa

Mari Kretzer

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A vida é bela La vie en rose

Felicidade

Deseje “bom dia”, sempre que possível.

Escreva poemas. Mesmo sem fazer rimas bonitas.

Escolha bem a pessoa com quem você vai morar. NENHUMA decisão é tão importante.

Não perca um só segundo pensando nos seus inimigos.

Cerque-se de amigos melhores do que você.

Seja o seu melhor amigo.

Faça as pazes com você mesmo.

Faça uma lista das coisas que mais gosta: um livro, uma revista, um esporte, um cantor, um restaurante, um perfume, uma cor, etc.

Jamais dê um presente sem tê-lo embrulhado.

Diga as crianças que tem orgulho delas e que elas progrediram muito.

Parabenize e incentive alguém todos os dias!

Dê a mão a uma criança. É bom demais.

Plante flores em sua casa.

Pelo menos uma vez na vida, faça geléias.

Feche os olhos para saborear algo gostoso.

Compre um nariz de palhaço.

Não se leve a sério demais.

Conserve a sua alma de criança.

Fuja de pessoas que põem você para baixo ou sugam sua energia.

“Não podemos andar olhando as estrelas, quando temos uma pedra no sapato.” Livre-se definitivamente das coisinhas que incomodam. Rápido.

Aguente firme. Se você acredita que está no caminho certo, não pare. Aguente firme.

Inclua todas as pessoas de quem gosta nas suas orações.

Alegre-se com seus progressos por menores que sejam.

Esforce-se 24 horas para não criticar nada nem ninguém!

Faça uma limpeza em sua mente: uma consciência limpa é uma porta escancarada para a felicidade.

Diga a seu amor porque você o ama. Para começar dê-lhe dez melhores razões.

Seja o melhor amigo do seu amor.

Não se compare a ninguém.

Escreva um PS: bem gentil para terminar as suas cartas pessoais.

“Procuramos em vão nossa felicidade ao longe, quando esquecemos de cultivá-la dentro de nós.” (Rousseau)

Abra seus armários, separe arrume e dê a entidades beneficentes tudo aquilo que não veste ou usa há dois anos.

Aprenda a apagar lembranças ruins.

Introduza coisas diferentes, loucas em seu cotidiano.

Diga sempre: “Que prazer rever você”

Abrace as pessoas que ama. Principalmente sem motivo especial.

Quando discutir com pessoas queridas, deixe-as ganhar. Escolha ser feliz em vez de ter razão.

Não se desespere por tudo o que for difícil mudar. Faça o melhor que puder. E não pense mais no assunto.

Aprenda a se amar do jeito que é, tanto por dentro quanto por fora.

Dominique Glocheux
In: “A vida é bela” – La vie en rose

“A vida é bela La vie en rose” é uma saborosa antologia que reúne 512 conselhos.

Beijos Mari Kretzer

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